As células-tronco são capazes de se multiplicarem, reparando e formando diversos tecidos do corpo humano, como os da pele, do cérebro, dos ossos, do coração e dos músculos. Elas são um importante avanço da medicina no tratamento de doenças incuráveis, como o câncer (a leucemia inclusive), lesões na coluna (problemas de paralisia), danos cerebrais (traumas e doenças como os males de Alzheimer e de Parkinson), tratamentos para doenças neurodegenerativas, danos no coração entre outras. O fato é que a igreja católica é contra as células-tronco retiradas dos embriões (CTE), pois acham errado tirar a vida dos inocentes, mesmo que criados para isso. Pesquisas revelam que até agora, um dos problemas com essas células é que ainda não se sabe como parar de reproduzí-las. Ou seja, elas podem virar um tumor. É indiscutível que há muitos problemas em relação às células-tronco como, por exemplo, sacrificar um inocente para salvar outra pessoa. Mas há células-tronco que não envolvem sacrifício nem problemas com religiosos: as CTAs, ou células-tronco adultas, retiradas do umbigo e da coluna vertebral dos doadores, mas não têm o mesmo poder de se transformar em todos os tipos de células que temos no corpo. Os cientistas estão pesquisando para modificar geneticamente as CTAs para fazê-las virarem CTEs, e assim não precisarem mais usar as células dos embriões. Do nosso ponto de vista, as células-tronco fazem um bem imenso à população. Só precisamos investir em pesquisas para evitar o câncer.
Julien Minerbo e Pedro Wakisaka - 5°ano C
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Fonte do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=rSfKsJcWuB0&feature=related